A implantação comercial dos sistemas urea-SCR dependia do desenvolvimento não só do catalisador, mas também do sistema de dosagem e injeção de uréia. O aumento na eficiência de conversão de NOx dos sistemas SCR que tem sido observado desde o lançamento da tecnologia SCR nos motores diesel por volta de 2005 deve-se em grande parte aos avanços no controle SCR e na injeção de uréia. As principais funções do sistema de dosagem e injecção de ureia incluem:

  • Dosagem da quantidade exata de uréia necessária para as reações de SCR com NOx, e
  • Mistura completa de ureia e amoníaco com os gases de escape.

A quantidade de uréia injetada deve corresponder à demanda de amônia correspondente à quantidade de NOx que entra no catalisador e à eficiência de conversão de NOx em determinadas condições operacionais (temperatura do catalisador e velocidade espacial). Se a quantidade de amônia for insuficiente, uma fração de NOx que poderia ser reduzida permanecerá não convertida, resultando em uma penalidade de conversão de NOx. Se a quantidade de amônia injetada for maior do que a que pode ser consumida nas reações SCR, isso causará um deslizamento de amônia inaceitavelmente alto. Em sistemas que incluem um catalisador de escorregamento de amônia, parte da amônia pode ser oxidada de volta ao NO, diminuindo assim a conversão efetiva de NOx.